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Record resgata título de programa de Mara Maravilha para Geraldo Luís

 

Lembra quando falei por aqui que o novo programa de Geraldo Luís na Record se chamaria Boa Noite Brasil? E que este título já havia sido usado pela Band em dois programas diferentes, um com Flavio Cavalcanti e outro com Gilberto Barros? Pois bem, esqueça. Em vez de resgatar um título da Band, a emissora optou por resgatar um título próprio.

Num chamadão com as novidades de janeiro exibido na final de A Fazenda, a Record anunciou que o novo programa de Geraldo Luís se chamará A Noite É Nossa. Poucos se lembram, mas este mesmo título deu nome a um programa noturno apresentado por Mara Maravilha. O programa estreou em 2002 e era exibido nas noites de sábado.

A Noite É Nossa marcou o retorno de Mara à TV, quatro anos depois do fim de seu infantil Mundo Maravilha, exibido na própria Record. A ideia era fazer a transição de público de Mara, que se lançava como uma apresentadora de variedades, e não mais apresentadora infantil. A inspiração era clara: Hebe Camargo.

A Noite É Nossa contava com um cenário em tons escuros, uma grande plateia e um sofá no palco, onde Mara recebia seus convidados. Com os entrevistados posicionados, Mara comandava a conversa, que quase sempre tinha temas. Na estreia, em 7 de setembro de 2002, Mara recebeu Sula Miranda, Claudete Troiano, Rinaldo e Liriel, Jamily e o jogador Ademar, do São Caetano. O assunto da abertura do programa era “mulheres que jogam futebol”.

Na época bastante vinculada ao mundo gospel, Mara Maravilha comandava um programa que era assumidamente evangélico. Com figurino comportadíssimo, a apresentadora disparava um “amém” a cada frase, como uma pastora diante de seu rebanho. As atrações musicais eram, quase sempre, cantores da música gospel. Por conta disso, na época, a imprensa apelidou Mara de “Hebe de Deus”.

Curiosamente, este momento de Mara durou apenas alguns meses. Sem maiores explicações, a apresentadora deixou o comando do A Noite É Nossa, sendo substituída pela apresentadora e cantora gospel Isis Regina. O programa seguiu no ar, mas, aos poucos, foi substituindo os debates por games “herdados” do Quarta Total. Ficou no ar até 2004.

André Santana

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2 Comentários

  1. Mara maravilha sendo extremista

    Nessa fase nos anos 2000 era uma religiosa exagerada na tv
    Pos fazenda Mara se tornou mal Amada e que nao esquece a Angelica nas entrevistas kkk


    Dizem que mara deixou a Record em 2000 devido as questoes salariais , o que foi uma pena , naquela epoca a morena era Boa comunicadora , alias ela tv historia na tv , mas devido as polemicas se perdeu

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  2. Caio, eu nunca achei a Mara boa, mesmo na época dos infantis. Eu assistia ela quando criança, mas assim que me tornei uma criança um pouco mais "velha", lá pelos 9, 10 anos, eu comecei a me irritar com o jeito tatibitate com que ela falava. Nessa época eu já preferia Angélica e Eliana, rs! E gostava da Xuxa, claro.

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